Padovan afirmou que há “discordâncias” entre os países da América Latina e do Caribe em relação à operação militar de 3 de janeiro, mas que isso não impede o diálogo: “Continuamos conversando sobre o tema“.
Agora, com Delcy Rodríguez à frente da Venezuela, há uma expectativa de que a transição seja conduzida de forma relativamente pragmática.
O governo brasileiro tem priorizado acordos comerciais e cooperações regionais, independentemente da orientação política de cada governo. Padovan citou como exemplo a relação com o Panamá, onde Lula e o presidente José Raúl Mulino, de centro-direita, já se encontraram 5 vezes em menos de 2 anos.





