- 2014: 2,66%
- 2015: 8,81%
- 2016: 1,71%
- 2017: 4,15%
- 2018: 9,64%
- 2019: 5,19%
- 2020: 19,38%
- 2021: 28,45%
- 2022: 3,16%
- 2023: -4,99%
- 2024: 9,28%
- 2025: -4,53%
Influências
De acordo com o IBGE, a atividade industrial que mais puxou para baixo a inflação na porta da fábrica foi a de alimentos, que recuou 10,47%. O desempenho representa peso de -2,7 pontos percentuais (p.p.). A atividade teve grande influência do preço do açúcar, que acompanhou o recuo das cotações no mercado internacional. De acordo com o IBGE, a atividade contribuiu também para a queda dos preços a valorização do real contra o dólar (10,6% em 2025), que faz os produtos importados ficarem mais baratos. Outras influências de baixa nos preços foram da indústria extrativa (-14,39% e impacto de -0,69 p.p.), refino de petróleo e biocombustíveis (-5,64% e -0,56 p.p.) e metalurgia (-8,06% e -0,56 p.p.). De acordo com o gerente do IPP, Murilo Alvim, no setor extrativo a deflação foi justificada por menores preços dos óleos brutos de petróleo, “refletindo um aumento na produção global e estoques elevados durante boa parte do ano”. Os minérios de ferro ficaram mais baratos, completa ele, “acompanhando um aumento da oferta global, enquanto a demanda mundial ficou moderada”.Inflação oficial
O IBGE divulgou também esta semana a inflação oficial, que mede o custo de vida para famílias com renda de um a 40 salários mínimos. O instituto revelou que em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) marcou 0,33%, acumulando 4,44% em 12 meses. Relacionadas
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