Trajetória
Aos 25 anos, Lucas defendeu a Noruega até 2023, quando anunciou que iria parar de competir. Ele disputou a Olimpíada de Inverno de Pequim, na China, em 2022, como atleta nórdico, mas não completou as provas que participou. Em 2024, voltou atrás na ideia de aposentadoria e procurou o Brasil. No ano seguinte, passou a representar a terra natal de sua mãe, conquistando pódios históricos em etapas de Copa do Mundo de esqui alpino, culminando no ouro inédito em Bormio, neste sábado. Antes de Lucas, o melhor resultado do Brasil em Olimpíadas de Inverno era de Isabel Clark. Nos Jogos de Turim, também na Itália, há 20 anos, a carioca ficou em nono no snowboard cross. Outro a competir na prova deste sábado foi Giovanni Ongaro. Também filho de mãe brasileira, mas nascido em Clusone, na Itália, ele somou 2min34s15 nas descidas, ficando na 31ª posição.Brasil nos Jogos
O ouro deste sábado pode ter sido somente a primeira medalha do Brasil em Milão-Cortina. Na segunda-feira (16), a partir das 6h (horário de Brasília) será a vez do slalom, prova semelhante à versão "gigante", com a diferença que a distância entre os mastros é menor (cerca de 13 metros). Além de Lucas e Giovanni, o Brasil será representado pelo carioca Chrisitan Soevik, outro que é filho de pai norueguês e mãe brasileira. Matéria ampliada às 11h40 Relacionadas
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