• Sábado, 14 de março de 2026

Serviços crescem 3,3% ante janeiro de 2025, 22º avanço seguido

Acumulado nos últimos 12 meses foi de 3%; Informação e comunicação e serviços administrativos puxaram avanço.

Os serviços cresceram 3,3% em janeiro de 2026 ante igual período do ano anterior. Os setores de informação e comunicação (6,5%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (5%) exerceram os principais impactos positivos. 

Os dados foram divulgados nesta 6ª feira (13.mar.2026) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Eis a íntegra (PDF – 1MB).

Os demais avanços vieram dos setores:

O índice de difusão para janeiro de 2026 foi de 48,2%, que é o percentual de taxas positivas entre os 166 tipos de serviços investigados.

Para o gerente da Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE, Rodrigo Lobo, o setor de serviços segue mostrando grande dinamismo. “Com protagonismo dos serviços voltados às empresas, principalmente informação e comunicação e serviços profissionais e administrativos”, disse.

Em janeiro de 2026, o índice de atividades turísticas recuou 1,1% frente a dezembro de 2025, 2º resultado negativo seguido. O segmento de turismo está 11,6% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,9% abaixo do auge da série histórica, que foi em dezembro de 2024.

Houve taxas negativas em 8 dos 17 Estados em que essa atividade é pesquisada. 

Os impactos negativos mais relevantes foram:

As influências positivas foram nos seguintes Estados:

Lobo declarou que “o recuo nos serviços prestados às famílias, notadamente na parte de restaurantes, foi determinante para o revés apresentado nas atividades de serviços correlatas ao turismo, explicado, em grande medida, por conta de uma base de comparação mais elevada no mês de dezembro”.

Frente a janeiro de 2025, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 3,5%, puxado pelos ramos de transporte aéreo de passageiros; agências de viagens; restaurantes; e serviços de reservas relacionados a hospedagens.

Nessa comparação, houve taxas positivas em 11 das 17  unidades da federação onde o indicador é investigado, com destaque para:

O principal impacto negativo do mês veio de Minas Gerais (-6,5%), seguido por Santa Catarina (-6,3%), Pernambuco (-6,6%) e Goiás (-8,4%) a seguir.

Por: Poder360

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