• Terça-feira, 14 de abril de 2026

Zema diz que que há corrupção na direita e que PL tem 'frutas podres'

Sem citar nomes, o ex-governador que pleiteia a Presidência, afirmou que faz parte de uma "direita democrática" que respeita a Constituição

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou, nesta segunda-feira (13), que há “frutas podres” no Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que também pleiteia o Planalto.

Longe de Minas, Zema participou de um evento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista. Em coletiva de imprensa, o ex-governador afirmou que “não há corrupção” dentro do seu partido, o Novo. “Não tem corrupção dentro do Novo. No PL, acho que tem algumas frutas podres. No Novo, só tem gente boa. Eu atesto isso porque conheço todos, e quem não é bom é expulso. Somos o único partido do país que tem esse procedimento”, explicou.

Sem citar nomes, o ex-governador afirmou, no entanto, que integra uma direita “diferente”, que também chamou de “democrática”. “Sou uma direita que quer privatizar, entende? Tem uma direita que não quer privatizar. Sou uma direita democrática, que respeita a Constituição. Tem uma que questiona. Sou uma direita que não tem corrupção, não tem escândalo. Tem direita que também está envolvida em coisas erradas. Então, eu sou de direita, mas sou diferente”, disse.

Zema também comentou sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho conhecida como 6x1, que prevê seis dias de trabalho e um de descanso.

A pauta é tratada pelo presidente Lula (PT) como uma das prioridades no Congresso ainda em 2026. O ex-governador, no entanto, afirmou que a medida está sendo tratada pelo Partido dos Trabalhadores como “populismo”.

Por: Redação

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