• Terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Coronel Assis desmente deputado do PSOL após fake news sobre política de armas de Bolsonaro

Vice-líder da oposição demonstrou que taxas de mortes por arma de fogo reduziram durante o governo Bolsonaro e que não havia proliferação de facções criminosas.

O deputado federal Coronel Assis (União-MT), vice-líder da oposição na Câmara, refutou falsas informações do deputado pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), durante reunião da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, nesta terça-feira (10). O debate ocorreu após o deputado da esquerda afirmar que a “política pró-armas durante o governo Jair Bolsonaro (PL) teria beneficiado facções criminosas”.

“Quando se fala aqui do presidente Bolsonaro, eu quero fazer uma defesa. Porque eu fui comandante-geral da Polícia Militar na época do governo Bolsonaro. E naquela época, por mais que tivéssemos algumas condições diferenciadas para aquisição e acesso à arma de fogo, tínhamos índices de criminalidade baixíssimos, como, por exemplo, o índice de homicídio por 100 mil habitantes. Essa estatística mostra a mentira que eles querem, a todo instante, colocar goela abaixo da gente”, defendeu o deputado federal Coronel Assis.

De acordo com o Atlas da Violência, durante os quatro anos do governo Bolsonaro, a taxa de homicídios registrados por 100 mil habitantes ficou, em média, em 22,3 (número considerando os quatro anos do presidente). A taxa de homicídios nos governos anteriores se situou próxima a 30 a cada 100 mil habitantes.

Coronel Assis apontou também que, no governo Bolsonaro, não existiam 88 facções criminosas catalogadas e atuantes no Brasil, como existem agora. “E por que acontece agora e não acontecia na época de Bolsonaro? A teoria econômica do crime, de Gary Becker, explica: vagabundo, bandido, faz conta. Então, se nós temos um governo central dentro de um país que passa pano para vagabundo, logo o vagabundo vai se criar. Logo vamos sair de 7, 8, 10 facções para 88. Logo o índice de criminalidade vai explodir e aí nascem as narrativas para se tentar limpar a barra de um governo que, infelizmente, todo mundo sabe que passa pano para vagabundo”.

 

Por: Redação

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