De acordo com Anielle, os agentes foram capacitados para prestar atendimento e orientações a todos que procurarem o espaço. A ideia é que as demandas sejam ouvidas e as pessoas possam acessar benefícios e políticas públicas às quais têm direito. "As pessoas que aqui precisarem de acesso ao Suas [Sistema Único de Assistência Social], por exemplo, a gente vai poder encaminhar, a gente vai poder fazer esse contato direto", explicou a ministra."Só de ter esse lugar, para ter uma orientação, com acolhimento, para mim, é algo para além de inédito, é algo que eu estou muito orgulhosa de conseguir estar entregando isso em 2026, mas a expectativa é que a gente possa expandir isso para todo o Brasil", disse.
Casa
A casa oferece orientação jurídica e apoio psicossocial para vítimas de racismo, articulando proteção imediata e encaminhamentos para serviços de saúde, educação, assistência social, direitos humanos e cultura, por meio da articulação junto ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). O espaço também contará com atividades permanentes de valorização da história e da cultura afro-brasileira, promovendo oficinas, formações, rodas de conversa e ações educativas voltadas ao fortalecimento da identidade negra. Segundo o ministério, haverá também oficinas de empreendedorismo negro, capacitação profissional, acesso a novas tecnologias e apoio à inserção no mercado de trabalho. * Colaborou Carolina Pessôa, repórter da Rádio Nacional Relacionadas
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