• Quinta-feira, 26 de março de 2026

MG registra 2 novos casos de mpox e total chega a 17

Casos foram confirmados em Belo Horizonte e Manhuaçu; todos os infectados são homens.

A SES-MG (Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais) registrou dois novos casos de mpox, um em Belo Horizonte e outro em Manhuaçu, na 4ª feira (25.mar.2026). O total de pessoas que contraíram a doença infecciosa em Minas Gerais passou de 15 para 17. A informação foi confirmada ao Estado de Minas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Manhuaçu contabilizou o primeiro caso da doença no município. Belo Horizonte concentra a maior parte das ocorrências, com 11 registros confirmados. Contagem apresenta 3 casos. Ribeirão das Neves e Formiga tiveram 1 confirmação de mpox cada. Todos os 17 infectados são do sexo masculino. A faixa etária dos pacientes varia entre 25 e 56 anos.

A mpox é causada pelo vírus monkeypox e transmitida principalmente por meio do contato direto e prolongado com as lesões de pele de uma pessoa infectada. A transmissão também se dá por gotículas respiratórias em conversas próximas e pelo contato com fluidos corporais. O contato com objetos e superfícies contaminadas, como roupas de cama e toalhas, representa outra forma de contágio.

As autoridades de saúde informam que os primeiros sintomas aparecem de 3 a 21 dias depois da exposição ao vírus. Os sinais iniciais mais comuns são:

Depois de alguns dias do início da febre, surgem lesões na pele. Elas começam como manchas que evoluem para bolhas. Posteriormente, as bolhas formam crostas antes de cicatrizar. Outros sintomas incluem fraqueza.

Ao identificar qualquer um dos sintomas, especialmente as lesões na pele, é necessário procurar atendimento médico imediatamente. O objetivo é obter o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado, além de evitar a transmissão para outras pessoas. Não há tratamento específico para a mpox. Os pacientes recebem suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada.

A vacinação está disponível para grupos prioritários. A estratégia prioriza pessoas com maior risco de evolução para formas graves da doença. A imunização é indicada para pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão, especialmente aquelas com contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.

Por: Poder360

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