• Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Novo levantamento da Conab traz poucas alterações para o milho

A produção está estimada em 138,4 milhões de toneladas, uma queda de 1,9% em relação à safra anterior e de 0,3% em relação à estimativa de janeiro.

A produção está estimada em 138,4 milhões de toneladas, uma queda de 1,9% em relação à safra anterior e de 0,3% em relação à estimativa de janeiro. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, em 12 de fevereiro, seu quinto levantamento da safra 2025/26, trazendo alguns ajustes para o milho. A produção está estimada em 138,4 milhões de toneladas, uma queda de 1,9% em relação à safra anterior e de 0,3% em relação à estimativa de janeiro. Essa retração está relacionada ao elevado nível de produtividade registrado na safra anterior, beneficiada por condições climáticas particularmente favoráveis.
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    Quanto ao consumo interno, a companhia estima que seja de 94,6 milhões de toneladas, aumento de 4,4% em comparação com a safra anterior, impulsionado pela maior demanda da indústria de etanol. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Em relação à exportação, para a safra 2025/26, a perspectiva é de que 46,5 milhões de toneladas sejam embarcadas, sem alteração frente à estimativa de janeiro, mas com crescimento de 11,7% em relação à safra passada. Com isso, o estoque de passagem, deverá ser de 11,8 milhões de toneladas, uma redução de 7,3% em relação ao ciclo anterior. Veja o compilado das informações na tabela 1. Tabela 1.
    Balanço de oferta e demanda brasileira, em mil toneladas. Tabela 1.Balanço de oferta e demanda brasileira, em mil toneladas. SafraEstoque InicialProduçãoImportaçãoSuprimentoConsumoExportaçãoEstoque Final2019/2013.186,60102.586,401.453,40117.226,4067.021,4034.892,9015.312,102020/2115.312,1087.096,803.090,70105.499,6071.168,6020.815,7013.515,302021/2213.515,30113.130,402.615,10129.260,8074.534,6046.630,308.095,902022/238.095,90131.892,601.313,20141.301,7079.466,0054.634,407.201,302023/247.201,30115.534,601.644,70124.380,6083.997,7038.500,901.882,002024/251.882,00141.157,601.845,80144.885,4090.564,8041.631,5012.689,102025/26 (jan)12.562,30138.867,101.700,00153.129,4094.602,9046.500,0012.026,502025/26* (fev)12.689,10138.448,201.700,00152.837,3094.576,0046.500,0011.761,30
    *estimativa em fevereiro/26
    Fonte: Conab / Elaborado por Scot Consultoria
    Com a colheita da primeira safra ainda em estágio inicial, uma oferta mais robusta deverá chegar ao mercado somente em meados de março e, a partir daí, a cotação poderá perder força. Nesse período, o potencial produtivo do milho de segunda safra estará desenhado, e mais conclusões poderão ser tiradas. Enquanto isso, ainda entendemos que, no curto prazo, a cotação deve trabalhar em estabilidade a até possíveis altas. Fonte: Scot Consultoria VEJA TAMBÉM:
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  • ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
    Por: Redação

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