Berinjela: Fruta ou legume? Descubra a verdadeira classificação botânica dessa culturaComo atuava a quadrilha que furtava cargas milionárias de trens em SP O grupo criminoso não agia de forma amadora. Segundo as investigações da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas ( Divecar), os suspeitos utilizavam táticas de infiltração perigosas, escalando os vagões das composições ferroviárias ainda em movimento. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});A dinâmica do crime era dividida em três frentes operacionais:
Operação da Polícia Civil atinge quadrilha que furtava cargas milionárias de trens em SP
Denominada Operação Ouro Branco, a ofensiva da Polícia Civil em Aguaí desarticula a logística da quadrilha que furtava cargas milionárias de trens em SP para alimentar o mercado ilegal de grãos e açúcar.
Denominada Operação Ouro Branco, a ofensiva da Polícia Civil em Aguaí desarticula a logística da quadrilha que furtava cargas milionárias de trens em SP para alimentar o mercado ilegal de grãos e açúcarA eficiência logística do corredor de exportação paulista sofreu ataques constantes nos últimos meses, mas a resposta das autoridades veio nesta terça-feira (17). O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) deflagrou a “Operação Ouro Branco”, visando desmantelar uma quadrilha que furtava cargas milionárias de trens em SP. A ação policial concentrou-se na região de Aguaí, ponto crítico para o escoamento de commodities como açúcar e soja que seguem em direção ao Porto de Santos. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Ataque e Extração: Criminosos subiam nos trens para romper lacres e despejar o farelo de soja e o açúcar ao longo dos trilhos. Logística de Recolhimento: Equipes de apoio utilizavam veículos para coletar a carga espalhada e transportá-la rapidamente para galpões clandestinos. Maquiagem de Origem: Em propriedades rurais e armazéns da região, o produto era reembalado e reinserido no mercado com documentação falsa, simulando uma origem legalizada. “Ouro Branco”: O foco na alta liquidez do açúcar O nome escolhido para a ofensiva policial, Operação Ouro Branco, faz alusão à valorização e à facilidade de comercialização do açúcar no mercado paralelo. O delegado Danilo Alexiades, responsável pelo inquérito, ressaltou que a escolha dos produtos — açúcar e farelo de soja — não era aleatória. “O grupo monitorado desde dezembro de 2025 focava em itens de alta liquidez. O açúcar, em especial, funciona como uma moeda de troca rápida, o que facilitava o fluxo financeiro da organização criminosa”, explicou o delegado.
O prejuízo acumulado pelas empresas de logística e produtores é estimado em cifras milionárias, impactando diretamente o custo do frete e a segurança patrimonial do agronegócio no interior paulista. Balanço das prisões e apreensões em Aguaí Para desarticular a quadrilha que furtava cargas milionárias de trens em SP, a Polícia Civil mobilizou um contingente de 29 agentes e uma frota de dez viaturas. A justiça expediu 11 mandados de busca e apreensão, além de quatro mandados de prisão temporária.
Até o momento, o balanço da operação registra: Três prisões efetuadas (um quarto suspeito segue foragido); Apreensão de veículos utilizados no transbordo das cargas; Recolhimento de sacaria industrial e simulacros de armas de fogo. As investigações prosseguem agora com foco no rastreio dos receptadores, visando cortar a base financeira que sustenta esses furtos recorrentes nas malhas ferroviárias do estado. VEJA MAIS: Sinuca de bico: juros altos e queda nos preços dos grãos sufocam o produtor rural Gusttavo Lima apresenta sua nova aquisição: um trator clássico Massey Ferguson 50x ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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Por: Redação





