Ao todo, 21 ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixam seus cargos, na atual rodada de trocas. Quase devem disputar eleições em 2026. É um recorde que supera o do próprio Lula: no 1º mandato, em 2006, 14 ministros saíram para concorrer. Em 2022, Jair Bolsonaro (PL) teve 8 saídas.
A legislação eleitoral brasileira exige que ocupantes de cargos no Executivo se desincompatibilizem para concorrer em pleitos eleitorais.
A estratégia do governo priorizou nomes técnicos familiarizados com as diretrizes estabelecidas, profissionais que já conhecem a estrutura e os projetos de cada pasta visa garantir a continuidade das políticas públicas em andamento.
O governo ainda não anunciou quem comandará o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, deixado por Waldez Góes. Também permanecem indefinidos os titulares do ministérios das Relações Institucionais, do Empreendedorismo, da Comunicação Social e da Advocacia Geral da União.

EIS AS MUDANÇAS:





