• Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

BNDES aprova R$ 715,9 mi para indústria metalúrgica

Recursos permitirão investimentos para melhorar a qualidade operacional e reduzir impactos ambientais da CBA. Leia mais no Poder360.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou, nesta 5ª feira (19.fev.2026), que aprovou financiamento de R$ 715,9 milhões para a CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) investir na produção de alumínio em São Paulo e Goiás. 

A empresa irá destinar o valor para o processo de produção de alumínio a para um novo pátio de carregamento de bauxita em Santa Isabel (GO).

Segundo o BNDES, entre as áreas que receberão o recuso, estão a revitalização de fornos eletrolíticos –responsáveis pela etapa de transformação do óxido de alumínio em alumínio líquido–, para mitigar riscos operacionais ligados ao desgaste das estruturas.

Também no avanço do sistema de disposição de resíduos a seco, reutilização da água na recuperação de soda cáustica e na sala insumos para aumentar a capacidade produtiva e melhorar a qualidade.

Com recursos da linha Finem, a CBA investirá em reutilização de insumos e recursos naturais, garantia de estabilidade da produção, modernização de equipamentos, além de melhoria da capacidade produtiva de produtos intermediários.

Também estão incluídas a modernização do circuito fechado de águas, como a estação de tratamento de água industrial, da infraestrutura logística para o transporte de bauxita e a consequente emissão de carbono neste trajeto.

As iniciativas estimadas estão sendo realizadas majoritariamente em uma fábrica no município de Alumínio (SP). Já as melhorias logísticas de carregamento de bauxita estão sendo realizadas no terminal de recebimento da matéria-prima, em Santa Isabel (GO).

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o recurso está alinhado à política de descarbonização que o bando tem opta por apoiar. 

“O projeto reúne uma série de iniciativas que buscam o aumento da produtividade com a introdução de tecnologia mais limpa e eficiente, além da reutilização de água e uma nova solução logística que reduzirá significativamente as emissões de gases de efeito estufa”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Por: Poder360

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