A Assembleia Legislativa de Mato Grosso oficializou, na última terça-feira (31), a posse de Otaviano Pivetta como novo governador do Estado. A mudança no comando do Executivo ocorre após a renúncia de Mauro Mendes, que deixa o cargo para disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026.
A sessão solene foi conduzida pelo presidente da ALMT, Max Russi, que declarou oficialmente a vacância do cargo após a leitura da carta de renúncia. Na sequência, o termo de posse foi lido pelo deputado Dr. João, cumprindo os trâmites constitucionais previstos.
Com a formalização, Pivetta passa a exercer, em caráter definitivo, o cargo de governador até 31 de dezembro de 2026. Durante a cerimônia, ele prestou compromisso constitucional, apresentou a documentação exigida e assinou o termo de posse.
Em seu discurso, o novo governador destacou o peso da responsabilidade e reforçou o compromisso com a população mato-grossense.
“O único poder que me interessa é o poder de fazer o bem para o povo de Mato Grosso”, afirmou.
Pivetta também ressaltou a parceria construída ao longo dos últimos anos com Mauro Mendes e garantiu a continuidade das ações e programas já em andamento no Estado.
“Vocês podem esperar a continuidade do trabalho, com dedicação, responsabilidade e os ajustes necessários para que Mato Grosso siga avançando”, declarou.

O presidente da ALMT, Max Russi, destacou o papel institucional do Legislativo no processo e reforçou o compromisso da Casa em dar celeridade às propostas do novo governo.
Já Mauro Mendes, ao se despedir do cargo, afirmou que deixa o Executivo com a certeza de que Pivetta dará sequência ao trabalho realizado.
“Entrego o governo com a convicção de que ele tem experiência e capacidade para continuar avançando”, disse.
O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), José Zuquim Nogueira, também ressaltou a importância da harmonia entre os Poderes para garantir estabilidade institucional e desenvolvimento do Estado.
Regras eleitorais e mudança no comando
A saída de Mauro Mendes segue a legislação eleitoral brasileira, que exige a renúncia de chefes do Executivo que desejam disputar outros cargos, garantindo igualdade entre os candidatos.
Já Otaviano Pivetta, caso opte pela reeleição, poderá permanecer no cargo durante o processo eleitoral, por se tratar de continuidade de mandato.





